domingo, 13 de março de 2011



Que me venha sempre:
Sorriso doado
Afago dobrado.
Amor enfeitado
Beijo de mãe. Colo de amor
Oração no coração. Carinho quente
Delicadeza na alma. Leveza nos pés
Saudade bonita. Fé nas pessoas
Tristeza rasa. Alegria profunda
Cotidiano acompanhado. Conversa que sara
Força nos dias. Esperança nos sonhos
Sorriso nos olhos. Firmeza nas palavras
Ouvidos que veem. Olhos que escutam
Boca que abraça, Braços que beijam
Livra me de tudo que me trava viver....
De tudo que me atrasa sorrisos ...
De tudo que me cega a retina da alma!
E de pessoas que exalam da alma
Covardia e estupidez...


Andréya

sábado, 12 de março de 2011

"Mas as vezes, não importa o quanto você ame alguém, elas simplesmente não podem te amar da mesma maneira."



(Grey's Anatomy)
" E se a tempestade não passar, dance na chuva!"


quarta-feira, 9 de março de 2011


Desde sempre me desencaixo da vida.

Nunca pude me moldar.

Não sou comum! Nem quero ser...

Vivo perdendo o ritimo.

Sou silêncio além da conta.

Porque amor pra mim, é pra sempre! ...

É certo que essa vida é bonita.

Mas por vezes ela nos latejam dores inteiras.

E depois de alguns enganos e desenganos,

corremos o risco de deixar o coração esfriar...

É certo também que não é por inteiro.

Porque onde mais dói os amigos aliviam sim.

Mas elas continuam aqui, esfolando devagarinho!


São momentos transformados em agonia constante.

A única coisa que eu queria em um desses momentos era a promessa de que seus olhos jamais foram mentiras...


Que naqueles momentos de 'nós'.

Nós nos cabiamos um no outro.

Porque nossos corpos sempre souberam

se encaixar com maestria...

Como numa grande orquestra em

que o maestro jamais errou seus movimentos!



Mas hoje depois de tantos talvez...

O que quero mesmo é aceitar essa

realidade que me rasga por dentro.

Que me esfola em vida deixando os poros abertos.

Querendo viver sem poder.

Porque ainda arde!


Andréya

terça-feira, 8 de março de 2011


Uma parte de mim sempre vai te amar.... A outra ah de se acalmar e esperar... vivendo!
... mas te guardando!.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como "estou contente outra vez". Ou simplesmente "continuo", porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência."


Caio F. Abreu.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...). Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia (...). Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar."

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"E", "SE", São duas palavras tão inofensivas quanto as palavras podem ser, mas coloque-as juntas lado-a-lado e elas tem o poder de assombrá-las pelo resto da sua vida. E se? E se? E se?... Você só precisa ter coragem de seguir seu coração. Não sei como é o amor como o de Julieta, um amor pelo qual deixar entes queridos, um amor pelo qual cruzar oceanos, mas quero acreditar que, se um dia eu sentisse esse amor, teria a coragem de agarrá-lo..."



(Do filme: Cartas para Julieta)